Golgona Anghel (1979)

golgonaCom uma mão numa salada de ovas de bacalhau e outra numa caneta de tinta permanente, escreve, hoje, sem trégua, espalha doenças, alimenta casos perdidos, parte os dentes dos curiosos passageiros. Tudo isto está registado: Crematório Sentimental (Quasi Edições, 2007), Cómo desaparecer (Diputación de Málaga, 2011), Vim porque me pagavam, (Mariposa Azual, 2011), Como uma flor de plástico na montra de um talho (Assírio &   Alvim, 2013).

Con una mano en una ensalada de huevas de bacalao y otra en un bolígrafo de tinta permanente escribe sin tregua, contagia enfermedades, alimenta casos perdidos y rompe los dientes de pasajeros curiosos. Todo esto está registrado en sus libros: Crematório Sentimental (Quasi Edições, 2007), Cómo desaparecer (Diputación de Málaga, 2011), Vim porque me pagavam, (Mariposa Azual, 2011), Como uma flor de plástico na montra de um talho (Assírio &   Alvim, 2013).

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