Poema seguido zangado – Rui Dias Monteiro

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Zangado comigo próprio

Preciso de um trabalho
não de um lápis
não de um tiro nem de violência
não de segurança

Preciso apenas de um trabalho inteiro
que me arranque vivos os braços e a cabeça

Rui Dias Monteiro, Fazer fogo à noite (não edições, 2014)
Foto: Vítor Dias

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