II(PT) – Vicente Monroy

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Passei metade da vida a ver porno em mute, assim suponho que para mim o amor é uma coisa silenciosa.
Costumo estragar tudo com exemplos paradigmáticos. “É como a matemática”, digo, “que não explica nada mas serve para explicar tudo”. Nem eu mesmo sei o que quero dizer. Há um verso noutro poema deste livro que diz “a liberdade alcança-se e a realidade conquista-se”, e não sei o que sentia quando escrevi isto mas é tão acertado que até tenho medo.

Vicente Monroy,  He vivido una mentira desde el día en que nací pero no me importa porque ya me he acostumbrado (celíaca editora, 2014)
Foto: Vítor Dias

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